Rock latino de qualidade (nas cores e no som)


Começando a primeira série de posts temáticos aqui no Blog. Ela vem de encontro à uma das companheiras mais fiéis e inseparáveis de quem senta à frente de um canvas em branco no Photoshop, Illustrator ou :
A música.


A ideia é trazer apresentar bandas e clipes (esse que felizmente não morreram, apenas ganharam o prefixo Youtube.com) trazendo em sua letra, visual e até mesmo história, algo criativo. Quem sabe não isso não te ajuda e dê aquele gás pra terminar aquela peça?


Começando com uma banda uruguaia apresentada por um colega da faculdade: El Cuarteto de Nos. A banda começou em 1984, e com 13 discos lançados, sendo o mais recente “Bipolar” de 2009. Criando um rock que passeia entre o pop, punk e até algo mais pesado, a banda tempera suas música com riffs singulares, brincando até com o swing latino mais caricato em suas músicas do último álbum. O vocalista Roberto Musso, não se contentando em compor letras que se alimentam de referências que vão da literarura popular à medicina anti-depressiva, às apresenta com uma flexibilidade pouca vistas em em vocalistas de rock.


O clipe acima, da música Ya No Sé Qué Hacer Conmigo, do álbum Raro de (2006), usa o conceito de tipografica cinética no seu visual, que é uma das referências usadas para a paleta de cores deste Blog que estás vendo.

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Não são só as cartelinhas, verdade!

Mais de uma vez, mesmo o mais webmaníaco dos Designers já deve ter ouvido esse nome. Tão comum para quem trabalha frequentemente com material impresso, Pantone está para sistema de cores assim como Bombril está para palha de aço. A pouco mais de um mês eu finalmente saquei do que se tratava essa marca parecida com nome de shampoo folhando uma revista Arquitetura e Construção:


Fundada em 1963 nos Estados Unidos, a Pantone se consagrou por inventar um sistema de padronização e combinação de cores que auxilia no trabalho dos designers gráficos — e hoje também é usado na moda, decoração, indústria têxtil e automobilística. A ideia era garantir que determinada tonalidade fosse reproduzida com precisão numa tinta e num plástico, por exemplo. Com o tempo, a empresa virou sinônimo das cartelas cromáticas que produz (com cores metálicas, pastel ou neon, entre outras, sempre em forma de leque ou com fichas numeradas e destacáveis).


Na arquitetura, as diferentes paletas tem servido de inspiração para ambientes internos, externos e até móveis. A foto ao lado mostra um estudo cromático feito pela KOZ Architects para um centro de juventude em Saint-Cloud, um subúrbio de Paris, França.


Para saber mais sobre o prédio, visite esse site: Coolboom.net

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Algumas dicas pra pensar, criar e evoluir seu portfolio

Layout atual em RodrigoLeles.com

Quando o cliente é você mesmo, tudo muda de figura na hora de pensar a criação. Afinal, está tudo com você: O briefing, a aprovação, a pesquisa, a publicação e tudo mais. Pessoalmente eu sempre tive um pouco de dificuldade para acertar o traço das páginas que seriam a janela para minha apresentação pessoal e do meu trabalho, mas de um tempo pra cá consegui reunir alguns pontos que podem ajudar muito na hora de você formular seu cartão de visita online (que não substitui o impresso, nunca se esqueça). Pra ter uma ideia, esse é o terceiro portfolio que tenho. Veja abaixo:



Layout do primeiro portfolio

Layout do primeiro portfolio

Layout do segundo portfolio

Layout do segundo portfolio













A primeira versão, feita com HTML e CSS, trazia tudo o que eu sabia fazer na época e, portanto, não tinha um foco na apresentação profissional. Um erro comum apontando por pessoas com experiência na área. Por fim, foi um bom exercício de HTML e CSS, com um pouco de PHP.


A segunda versão, essa sim abriu algumas portas. Novamente, uma única página, concentrando as informações mais importantes em um só local, facilitando a navegação do usuário. As peças eram importadas diretamente do Flickr, mas tentei trazer mais p/ o lado profissional, fugindo da solução “galeria de imagens”.


Pois tudo mudou nesta página na qual você está, por quê? Por que seu portfolio deve acompanhar o seu objetivo profissional, de forma a traduzir na internet quem, como e o que você faz. A escolha a definição da tecnologia é secundária, devendo ser escolhida após este estudo de conteúdo, onde você deve organizar e priorizar as informações que você quer passar para seus visitantes. No próximo post, trarei um pouco da forma como esse aqui foi pensado tecnicamente. Precisando, deixe um comentário que responderei assim que possível.

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Oh não! Mais um blog?

Tentando não ser só mais um na multidão

Não é fácil começar nada do zero. É necessário trabalho, criatividade, vontade e tempo para que qualquer coisa se torne relevante e, por fim, faça alguma diferença na vida das pessoas. É com essas palavras polidas que eu começo este espaço no infinito ciberespaço (sic), tentando apresentá-lo, evitando o “mimimi”, mas buscando te convencer de que as intenções são boas. Acredite.


Várias vezes senti falta de poder compartilhar não apenas questões técnicas que envolvem a vida de um Designer, mas diversos momentos que, nos inspirando ou não, acabam nos identificando. Seja uma música, um filme, uma citação ou aquele rótulo antigo de café que estava outro dia numa vitrine por aí. Não sou a melhor pessoa com as palavras, por isso aqui não será um lugar de referência jornalística roboticamente pautada. Mas ousei trazer um pouco do que é a vida de um profissional Freelancer na área Digital, indo além do resultado das suas horas-bunda sentado na cadeira criando.


Além da aposentoria do meu antigo portfolio (irei trazer em breve um histórico dos que já fiz), um dos meus impulsos foi o belo post do Bob Wollheim no consolidadíssimo Brainstorm #9. Dê uma lida que tu irá entender.


É isso que irá rechear essa massa: Conteúdo para você que curte artes visuais ou não, vive delas ou não. Pegue um café ou um suco e, por fim, seja muito bem-vindo ao que você virá a encontrar neste Blog. Se quiser aproveitar e me desejar um feliz aniversário nos comentários, esteja à vontade!

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